Polícia fecha fábrica clandestina de armas e munições que abastecia crime organizado em Imperatriz

O 3° Batalhão de Polícia Militar, através do seu Serviço de Inteligência-SI fechou na sexta-feira, 27 de abril, uma fábrica clandestina de armas e munições, que segundo os militares alimentava o crime organizado em Imperatriz.  A fábrica foi descoberta durante diligências por volta de 13h30, na Rua Independência, no Parque Independência, que faz parte da Grande Santa Rita.

No local foi preso o monitor penitenciário: Ivan Rogério da Silva Santos, 46 anos, o proprietário da fábrica. Ivan Rogério informou a O PROGRESSO, que o local era apenas uma oficina de arma e costumava até limpar e consertar armas para os próprios policiais.

“Não fabrico armas, apenas conserto, faço limpeza e a maioria são espingardas e pistolas de pressão. A pistola ponto 40, Ivan disse que é de sua propriedade e tem registro, porque é monitor penitenciário”.  Entretanto, entre as armas têm pistolas, como uma ponto 40, e uma do tempo da segunda guerra usada pelos nazistas alemães.

No local foram apreendidas: 7 armas calibre 22, 4 armas calibre 38, 2 pistolas 380, 2 simulacros de arma de fogo, 1 espingarda 5.5, 1 munição calibre 50, 12 munições calibre 12, 3 munições calibre 20, 1 munição calibre 36, 19 munições pistola 380, 14 munições 7.62, 2 munições calibre 44, 1 munição calibre 32, 5 munições calibre 38, 4 munições de elatrometro, 1 par de algema, 1 faca, 1 capa de colete balístico, 3 brocas, 5 coronhas, 1 cano de arma, 1 serra de ferro, 2 jogos de mancho, 1 furadeira, diversos uniformes policiais, 1 prensa mecânica 1 maquita.

Segundo relato do 3° BPM, o Serviço de Inteligência, conseguiu informações através do disque denúncia (99-99224-8169), sobre um cidadão que estava fabricando armamentos e munições de forma clandestina e comercializando para facções criminosas na cidade de Imperatriz.

Então, iniciou-se um procedimento investigatório que resultou na localização do endereço citado acima, onde com a autorização do proprietário, a polícia constatou que de fato a existência de fábrica bélica.

O suspeito, Ivan Rogério da Silva Santos, juntamente com todo arsenal apreendido foram apresentados na Delegacia Regional de Polícia Civil, onde foram feitos os procedimentos pertinentes ao caso.

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