Traficante internacional de drogas é executado com 20 tiros na cidade de Imperatriz

A Polícia Civil do Maranhão iniciou investigações através da equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoas-DHPP, coordenada pelo delegado Praxisteles Martins, para apurar o 13° homicídio do mês de fevereiro em Imperatriz e o 23° de janeiro até agora. A vítima foi o traficante Antonio Erasmo Dias dos Santos, 53 anos, que foi executado com 20 tiros,  quando estava em sua casa, na Rua Brasil, no bairro Nova Imperatriz.O traficante teve corpo crivado de balas calibre 380.
Segundo o que foi informado, três homens chegaram na casa de Antonio Erasmo em uma caminhonete Toyota modelo Hilux, cor branca, placa do Pará. Dois desceram, enquanto o terceiro ficou ao volante, já preparado para a fuga. Os dois homens, segundo testemunhas, dispararam mais de 20 tiros contra Antonio Erasmo, que não teve nenhuma chance. Segundo a polícia, a placa da caminhonete é falsa.
O delegado titular da Delegacia Regional de Polícia Civil em Imperatriz, Eduardo Galvão, informou que a primeira linha de investigação é acerto de contas.
Antonio Erasmo era velho conhecido da polícia, pois foi preso várias vezes por tráfico de droga e por isso era considerado o maior traficante de Imperatriz e até tinha o título de traficante internacional de droga.

CONDENADO E LIVRE

De acordo com o delegado, Erasmo Dias  tinha um mandado de prisão em seu desfavor, emitido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Porto Velho, por tráfico internacional de droga. Estava condenado a 28 anos de prisão, já com sentença transitada em julgado. Ele tinha sido preso em Imperatriz em fevereiro do ano passado, justamente por esse mandado de prisão e levado para a Penitenciária de Pedrinhas. Mas para surpresa da polícia, ele já se encontrava em liberdade e quinta-feira foi executado a tiros.
Na ocasião, Antonio Erasmo foi transferido para São Luís porque houve a suspeita de que seria resgatado do Presidio Itamar Guará. Segundo o que foi informado, homens em uma caminhonete S/10, cor preta, usando armas longas e de grosso calibre, estariam vindo para Imperatriz com a determinação de fazer o resgate de Antonio Erasmo. Policiais militares e civis, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), montaram barreiras em pontos estratégicos da BR-010 e de estradas estaduais e vicinais. Mas os homens não apareceram.

 

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