Polícia Civil adia apresentação dos acusados de estuprar e matar a menina Lorena Luiza

A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP), por meio da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC), adiou para data anda indefinida a apresentação dos seis suspeitos presos, acusados de estuprar, matar e enterrar num matagal da Vila Luis Fernando, a menina Lorena Luiza, de apenas 16 anos.

A apresentação à imprensa dos seis bandidos – que seriam integrantes de organizações criminosos que mandam e desmandam nos bairros da periferia de São Luís – estava marcada para a tarde de quinta-feira (15). A adolescente Lorena Luiza da Silva Furtado foi morta em maio de 2017, na periferia de São José de Ribamar.

Os policiais só chegaram aos restos mortais de Lorena Luiza na última sexta-feira (9), depois das prisões preventivas de dois suspeitos, durante a semana passada. As prisões foram efetuadas pela equipe do delegado Damasceno (Seccional Norte) e da delegada Ana Zélia, da Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente (DPCA).

Durante o interrogatório sobre o rumoroso caso, um dos suspeitos confessou que matou a menina Lorena Luiza, forneceu detalhes sobre como tudo aconteceu e ainda levando os policiais ao matagal na Vila Luis Fernando, onde a ossada da vítima foi encontrada e removida para perícia técnica no Instituto Médico Legal (IML).

Festa no Mega Space

De acordo com a família, Lorena Luiza foi para uma casa de shows conhecida como Mega Space, por volta das 19h do dia 6 de maio de 2017. A menina estava sozinha, ligou quatro vezes para os pais e nunca mais foi vista. Lorena morava no conjunto Maiobão, e era mãe de uma criança que na época tinha um ano e seis meses.

Segundo os familiares, antes de desaparecer, a menina Lorena Luiza ainda chegou a ligar para a mãe às 3h45 do dia 7 e às 10h ao pai. Já no período da tarde, entrou em contato com a ex-sogra. Porém, depois desse dia nunca mais fez contatos com ninguém. As três ligações feitas por ela foi de um celular de uma amiga.

A polícia recebeu denúncias em junho de 2017, informando que o corpo de Lorena Luiza estaria em um matagal na Vila Luís Fernando. Em seguida, os  investigadores foram ao local mas encontraram nada. Os restos mortais só foram encontrados na sexta-feira (9), depois da indicação do local exato, feita por um dos presos.

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