Sob clima de comoção, corpos dos médicos e do piloto mortos na queda do helicóptero são sepultados em São Luís

No Parque da Saudade, o clima foi de forte comoção

Foram sepultados na tarde desta segunda-feira (2), no Cemitério Parque da Saudade, no Vinhais, os corpos dos médicos José Cleber Luz Araújo, Rodrigo Capobiano Braga, e do médico Jonas Eloi da Luz, mortos na queda do helicóptero, em Rosário.  O corpo do investigador da Policia Civil, Alfredo, foi sepultado no Cemitério Jardim da Paz, no Maiobão.

Jonas Eloi da Luz nasceu no povoado Lucindo, no município de Poção de Pedras, onde promovia o Rally Lucindolama, o Festival de Sanfona, e o Tributo ao Rei do Baião, Luis Gonzaga. Dr. Jonas deixa a mulher, a também médica, Cláudia Luz, e o filho Jonas Eloi da Luz, o “J.J”, de apenas 16 anos de idade.

Dr. Rodrigo, Dr. Jonas, Dr. Cleber e o piloto Alfredo foram sepultados

O médico Rodrigo era angiologista e trabalhava no UDI hospital. Já o médico cirurgião João Cleber Luz Araújo ministrava palestras para os estudantes de Medicina do Ceuma. O piloto da aeronave, Alfredo Barbosa Neto, era Policial Civil e ex-integrante do Grupo Tático Aéreo (GTA), da Polícia Militar do Maranhão (PMMA).

José Cleber Luz Araújo tinha 43 anos e era médico gastroenterologista; o médico Rodrigo Capobiongo Braga, de 39 anos, que era cirurgião vascular, deixa dois filhos e a mulher grávida, de dois meses; Jonas Eloi da Luz era anestesista e tinha 58 anos. O clima foi de muita comoção, durante o enterro das quatro vítimas do grave acidente aéreo.

O helicóptero, de US$ 2 milhões, virou um monte de ferro

Explosão e queda

De acordo com informações do Centro Tático Aéreo os três médicos e o piloto morreram após a queda do helicóptero do médico Jonas Eloi, que voava baixo por causa da forte chuva e acabou batendo numa árvore, matando os quatro tripulantes. A aeronave vinha de Lima Campos, onde o grupo de médicos participou de um evento de forró.

Durante o dia de hoje (2), os peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que vieram ao Estado Maranhão para investigar as causas da queda do helicóptero, modelo Robison 44, estivem, no povoado Fazendinha, recolhendo algumas peças. Constataram que a aeroave perdeu a cauda antes de cair no local.

Moradores da região relataram que viram a aeronave sobrevoando a Fazendinha, em baixa altitude, antes de cair. Uma senhora contou que viu o helicóptero passaando, soltando faíscas e depois explodiu. A explosão teria acontecido na cauda da aeronave, que não foi encontrada pelos peritos do Cenipa, um órgão do Ministério da Aeronáutica.

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