Quadrilha do WhatsApp que clona celular faz novas vitimas em Teresina

 

O golpe dos estelionatários é possível com o furto da linha telefônica, sem necessidade da participação dos funcionários das empresas telefônicas, mas usando um software.

Vítimas de um golpe usando o aplicativo WhatsApp foram a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, no bairro Piçarra, zona Sul de Teresina, para denunciar que chegaram, cada uma, a ter prejuízos causados por estelionatários de até R$ 8 mil.

A informação foi fornecida pelo delegado de Repressão aos Crimes de Informática, Daniel Pires Ferreira. Ele afirmou que o golpe dos estelionatários é possível com o furto da linha telefônica, sem necessidade da participação dos funcionários das empresas telefônicas, mas usando um software.

“Os estelionatários conseguem duplicar o terminal telefônico, em um ambiente puramente virtual”, falou o delegado. Daniel Pires Ferreira informou que o estelionatário consegue um chip virgem, implanta todos os dados do usuário que vai ser sua vítima e o WhatsApp envia um código de verificação. Os estelionatários se passam pela Polícia Federal (PF) e outras instituições.

Com os dados pessoais do usuário do aplicativo WhatsApp, os estelionatários passam a interagir com os integrantes de seus grupos de amigos e parentes e passam a pedir dinheiro, solicitando ajuda financeira.

“Eles sabem, por exemplo, se a pessoa é enfermeira ou tem outra profissão e passam a pedir dinheiro com mensagens que possam conquistar suas vítimas”, falou o delegado Daniel Pires Ferreira.

Ele afirmou que o golpe tem semelhança com o da clonagem das contas de WhatsApp de prefeitos, secretários estaduais e secretários municipais e pediam dinheiro aos seus auxiliares ou pessoas de suas famílias, mas tinham o auxílio dos funcionários das empresas de telefonia móvel e no novo golpe , os estelionatários não precisam, os servidores.

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